Terapia com Clopidogrel e Genótipo
DOI:
https://doi.org/10.35753/rchsi.v3i1.465Palavras-chave:
Clopidogrel, Ativação Plaquetária, GenéticaResumo
O artigo apresenta o clopidogrel, que é um agente antiplaquetário tienopiridina, de segunda geração, que se liga irreversivelmente ao seu receptor e inibe a ativação e agregação de plaquetas mediada pelo ADP (antagonista do receptor P2Y12), à diversidade do genótipo da resposta da população. O clopidogrel é um pró-fármaco que primeiro requer conversão hepática em um metabólito ativo pelo sistema do citocromo P450, antes que possa agir como um agente antiplaquetário. Uma vez ligado, o receptor é incapaz de se ligar ao ADP e a ativação das plaquetas, através desta via, é impedida de forma irreversível. Contudo, existe considerável variabilidade individual de resposta ao clopidogrel e a inibição de ADP na agregação de plaquetas, que vão desde menos de 10% de inibição a quase total inibição da agregação.